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Iniciativa entre Nestlé e Yattó visa reciclar 70 toneladas de embalagens plásticas flexíveis até o final de 2022

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Projeto tem o objetivo de diminuir a taxa do material tratado como rejeito e aumentar a remuneração de 22 cooperativas de catadores de materiais recicláveis de São Paulo

Editado por Flavius Deliberalli

A Nestlé, em parceria com a startup Yattó, especializada em soluções de economia circular e logística reversa, criou um projeto para reciclagem de embalagens plásticas flexíveis — um tipo de filme plástico de difícil recuperação. O projeto piloto, teve início em agosto de 2021 com seis cooperativas e cinco toneladas desse material reciclado. Atualmente, 22 cooperativas de São Paulo fazem parte da iniciativa e o objetivo é reciclar 70 toneladas de embalagens plásticas flexíveis até o final de 2022.

A iniciativa contempla ainda a estruturação e o treinamento das cooperativas, que são responsáveis por manusear e mensurar os itens coletados — o que permite avaliar os impactos sociais, ambientais e econômicos da ação.

“O projeto está diretamente ligado aos nossos compromissos de sustentabilidade, impulsionando a cadeia de reciclagem dessas embalagens e viabilizando que os resíduos sejam transformados em novos itens. Ou seja, conseguimos diminuir a taxa desse material que é tratado como rejeito e aumentar a remuneração das cooperativas de catadores”, afirma Barbara Sapunar, diretora de Sustentabilidade, Comunicação e Branding da Nestlé Brasil.

Seguindo os critérios de economia circular, os materiais coletados são tratados e transformados em chapas ecológicas e paletes. “Um de nossos pilares de atuação na Nestlé Brasil é a circularidade. Apoiamos e desenvolvemos parcerias com cooperativas e catadores de recicláveis, que são agentes fundamentais nessa jornada regenerativa que tem foco na proteção, renovação e restauração de nossos ecossistemas, comunidades e planeta”, acrescenta a executiva.

“Além de todo o impacto ambiental positivo, a iniciativa permite que as cooperativas participantes sejam remuneradas não apenas pela venda dos materiais que serão reciclados, mas pelo serviço de retirada, separação e classificação. Atuamos desde o desvio de rejeito e valorização de um material que vai para um novo ciclo econômico, até a transparência nos dados referentes às coletas. E tudo isso sempre buscando a melhoria da remuneração e das condições de trabalho dos catadores”, diz Luiz Grilo, diretor executivo da Yattó

Com o propósito de aumentar o número de cooperativas impactadas e elevar a taxa de reciclagem no Brasil, a Nestlé informou que convidará empresas a participarem do projeto, uma vez que sua expansão potencializará o impacto ambiental ao evitar que os materiais sejam enviados para aterros e lixões.


Mais informações:

Nestlé
www.nestle.com.br

Yattó
www.yatto.com.br

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