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Governo brasileiro ingressa na Coalizão de Economia Circular

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Iniciativa, que visa implementar uma abordagem de economia circular por meio do trabalho colaborativo entre governos, empresas e sociedade, foi criada em 2021

Editado por Flavius Deliberalli

O Brasil se tornou o mais novo membro da Coalizão de Economia Circular para a América Latina e o Caribe. Com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento de baixo carbono, o governo brasileiro tem demonstrado cada vez mais interesse em soluções de economia circular, e a integração na Coalizão corrobora essa visão.

A Coalizão foi lançada em 2021, tendo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) como instituição coordenadora, além de mais oito parceiros estratégicos, sendo eles: a Fundação Ellen MacArthur, a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), o Centro de Tecnologia Climática (CTCN), o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a Fundação Konrad Adenauer (KAS), a Plataforma de Aceleração da Coalizão de Economia Circular (PACE), a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (ONUDI) e o Fórum Econômico Mundial (WEF). A plataforma tem como foco melhorar a cooperação interministerial e multisetorial para avançar no desenvolvimento de políticas públicas para a economia circular.

Com este passo, o Brasil se soma a um grupo de outros 16 países da região comprometidos em trabalhar de maneira colaborativa e dedicada a construir um futuro mais sustentável e circular na região, assim como, Colômbia, Chile, México e Argentina.

De acordo com o estudo “Completando a figura: como a economia circular ajuda a enfrentar as mudanças climáticas”, da Fundação Ellen MacArthur, a economia circular oferece uma abordagem capaz de reduzir as emissões de gases de efeito estufa associadas à produção, utilização e consumo dos produtos e dos alimentos. A partir da reformulação dos produtos e modelos de negócio com base nos princípios da economia circular é possível reduzir as emissões na cadeia de valor, reter a energia incorporada aos produtos e materiais e sequestrar carbono no solo e nos produtos a partir da regeneração da natureza.


Mais informações:

Coalizão de Economia Circular para a América Latina e o Caribe
www.unep.org/pt-br

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