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Ardagh Metal Packaging é uma das pioneiras em aterro zero no país

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Como parte da política global de sustentabilidade, as três fábricas da empresa no Brasil adotam práticas de destinação de resíduos que dispensam aterro sanitário

Editado por  Flavius Deliberalli

A Ardagh Metal Packaging está entre as empresas pioneiras no Brasil a serem consideradas aterro zero.

De acordo com a empresa, toda a destinação de seus resíduos industriais é rastreada pelo Sistema Nacional de Informações Sobre a Gestão de Resíduos Sólidos (SINIR), desde o segundo semestre de 2021.

A meta global do grupo Ardagh é ter todas as suas fábricas no mundo com aterro zero até 2025. Entretanto, as unidades brasileiras estão adiantadas: Jacareí (SP) e Alagoinhas (BA) já são consideradas aterro zero desde 2021, enquanto que a fábrica de Manaus (AM) acaba de atingir essa importante condição.

“O aterro zero se insere na nossa estratégia de gestão de resíduos, cujo objetivo é gerar cada vez menos resíduos, tanto no processo industrial quanto nas outras atividades, e buscar destinação mais nobre para alguns tipos de resíduos inevitáveis, contribuindo para a economia circular e para um meio ambiente mais limpo”, explica Elisangela Matos, diretora de sustentabilidade da Ardagh.

Ainda segundo a empresa, por ser uma das maiores fábricas de embalagem de latas na América do Sul, gerando entre 180 e 200 toneladas de resíduos mensalmente, a unidade de Jacareí (SP) representava um grande desafio, pois cerca de 25% dos resíduos, como plástico, papelão, madeira, restos de orgânicos e substâncias químicas, que iam para aterros ou eram incinerados, teriam de receber uma nova destinação de acordo com sua política global de sustentabilidade.

Dessa forma, a Ardagh investiu em um intenso programa de treinamento para conscientização e sensibilização dos funcionários, além de adequação da estrutura de coleta para descarte correto de materiais de escritório. Esse esforço resultou em uma redução no volume de “lixo” que era destinado para aterro: de 25% para 15%, em três meses.

“A prática do aterro zero envolve uma mudança de cultura organizacional. As pessoas precisam ressignificar a ideia de resíduo e estar sensibilizadas, também, para a questão do desperdício. Um dos exemplos clássicos dessa mudança de cultura e ressignificação, é que a empresa decidiu investir fortemente no tema, trocando copo plástico pelo de papel, mesmo com custo maior, em linha com sua estratégia de sustentabilidade”, observa a diretora.


Mais informações:

Ardagh Metal Packaging
www.ardaghmetalpackaging.com/brazil-pt

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