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Pocket Class Bioembalagens consolida espaço de diálogo técnico sobre inovação e embalagens de fontes renováveis

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Evento, realizado no último dia 27 de novembro, reuniu brand owners, especialistas, designers e representantes de instituições de ensino para discutir os biomateriais como solução para o mercado de embalagens

Por Flavius Deliberalli

Mais um evento realizado pelo Conecta Verde que fez a diferença no mercado de embalagens. É dessa forma que a segunda edição da Pocket Class Bioembalagens foi definida por seus participantes.

O evento foi realizado no dia 27 de novembro, na sede do Istituto Europeo di Design (IED Brasil), em São Paulo (SP), e reuniu um público altamente qualificado, formado por brand owners, especialistas, designers, desenvolvedores e representantes de instituições de ensino para discutir inovação com base nos biomateriais como solução para um futuro mais sustentável para o mercado de embalagens.

“Mesmo sendo um tema ainda incipiente, pesquisas no mundo todo apontam os biomateriais como tendência e como caminho promissor para soluções em diversos tipos de embalagens. E nós estamos à frente ao reverberar essa pauta desde já, abrindo espaço para discussões que acompanham o que há de mais atual no cenário global. Além disso, poder realizar este evento no Istituto Europeo di Design, que é uma instituição reconhecida por fomentar biomateriais e estimular a inovação desde a sala de aula, tornou o encontro ainda mais especial”, avalia Elen Nunes, fundadora, head de conteúdo e RP do Conecta Verde.

A relevância da Pocket Class Bioembalagens é endossada pela qualidade de sua programação, composta por palestrantes renomados, e pelos patrocinadores, que apostaram no evento como uma ponte de novas possibilidades para o mercado de embalagens.

“A união de fatores como o foco em embalagens utilizando biomateriais e o diálogo para a cadeia como um todo tornam este evento muito interessante”, destacou Alex Duarte, líder de vendas e marketing para embalagens e bens de consumo na Braskem.


Programação de impacto para o setor


A programação da Pocket Class Bioembalagens foi composta por apresentações e cases com diferentes perspectivas sobre o uso de materiais de fontes renováveis e compostagem no Brasil.

Graziela Nivoloni, coordenadora acadêmica e coordenadora do Lab de biomateriais, e Enzo Pretti, pesquisador em biomateriais, ambos do Istituto Europeo di Design (IED Brasil), ministraram a primeira palestra da programação, onde destacaram o tema “Design de biomateriais: regeneração do conceito ao protótipo”.

A sequência da programação foi com a apresentação de Alex Duarte, líder de vendas e marketing para embalagens e bens de consumo na Braskem, que falou sobre o portfólio de soluções de fontes renováveis para embalagens da empresa com foco na linha I’m green bio-based.

Em seguida, a programação da Pocket Class Bioembalagens contemplou três cases. O primeiro case foi apresentado por Manoel Muller, consultor da Célera, que explicou como os bioaditivos podem acelerar a degradação do plástico e auxiliar na gestão de resíduos sólidos. Logo depois foi a vez de Celeste Mitiko Suzuki, consultora da Karina Plásticos, falar sobre o Karinbio, a linha de bioplásticos sustentáveis da empresa. A apresentação de Aline Sugano-Segura, especialista da Packster, encerrou a série de cases destacando o portfólio e os exemplos de aplicações das soluções da empresa.

Abordando a viabilidade e a circularidade das bioembalagens, Domingos Jafelice, diretor da Jafelice Consultoria, fez uma apresentação muito detalhada e esclarecedora.

Por sua vez, Letícia Caroline Méo, consultora em comunicação de Sustentabilidade e ESG, falou sobre a importância da transparência na comunicação de Sustentabilidade, de forma a ajudar marcas e empresas a evitarem o “greenwashing”.

A apresentação que finalizou a programação do evento foi ministrada por Felipe Pedrazzi, presidente da Associação Brasileira de Compostagem (AB|Compostagem). Com muitos dados e informações, o especialista traçou um panorama completo da compostagem no Brasil.

Graziela Nivoloni e Enzo Pretti, ambos do Istituto Europeo di Design (IED Brasil).
Alex Duarte, líder de vendas e marketing para embalagens e bens de consumo na Braskem.
Manoel Muller, consultor da Célera.
Celeste Mitiko Suzuki, consultora da Karina Plásticos.
Aline Sugano-Segura, especialista da Packster.
Domingos Jafelice, diretor da Jafelice Consultoria.
Letícia Caroline Méo, consultora em comunicação de Sustentabilidade e ESG.
Felipe Pedrazzi, presidente da Associação Brasileira de Compostagem (AB|Compostagem).

Diálogo e soluções sustentáveis na prática

Após as apresentações dos cases, os especialistas das empresas foram convidados a participar de um rápido debate, onde além de esclarecerem dúvidas, puderam compartilhar insights e experiências com o público participante.

Outro destaque da Pocket Class Bioembalagens, além da programação de palestras, foi a exposição de biomateriais desenvolvidos pelos alunos do Istituto Europeo di Design (IED Brasil), reforçando a importância de aproximar a academia do mercado.

O debate após as apresentações dos cases rendeu muitos insights e grande interação com o público participante do evento.
A exposição de biomateriais desenvolvidos pelos alunos do Istituto Europeo di Design (IED Brasil).

“Esta segunda edição da Pocket Class Bioembalagens se consolidou como um evento pioneiro, um espaço autêntico para a inovação no setor de embalagens. Dessa forma, ampliamos o acesso a informações de qualidade sobre o tema e reforçamos que os materiais de fontes renováveis são imprescindíveis para a mudança que desejamos visando um mundo mais sustentável e eficiente na gestão de resíduos”, finaliza Elen Nunes, fundadora, head de conteúdo e RP do Conecta Verde.

A segunda edição da Pocket Class Bioembalagens contou com o patrocínio master da Braskem, parceria estratégica do Istituto Europeo di Design (IED Brasil), apoio especial da Célera, Packster e Karina Plásticos, e apoio institucional da Associação Brasileira de Compostagem (AB|Compostagem)ABFLEXO – FTA Brasil – Associação Brasileira Técnica de Flexografia e Conversão Digital e Associação Brasileira de Bioinovação (ABBI).

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