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Forest Paper alcança R$ 300 milhões de faturamento

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Com investimentos e aquisições, objetivo da empresa é assumir a liderança da economia circular no Brasil

Editado por Flavius Deliberalli

A Forest Paper, empresa convertedora de papel presente no mercado há 35 anos, com fábricas nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, anuncia plano de expansão com a chegada de Leonardo Reis para assumir o cargo de diretor. O executivo, que soma experiência por conta da atuação em indústrias como Suzano, Ibema e Whirlpool, será responsável pelas áreas de marketing e exportação da empresa.

Atualmente, após algumas aquisições importantes, como a incorporação de uma unidade da Klabin, em Lages (SC) e a compra de uma indústria de corte e rebobinamento em Mairiporã (SP), a Forest Paper figura como uma das principais fornecedoras de soluções integrais em insumos e serviços para as indústrias papeleiras e gráficas, com uma das maiores redes de distribuição do Brasil, servindo como hub logístico.

Outro importante atributo da Forest Paper é a parceria estratégica com a Revita Ambiental, uma das maiores recicladoras de embalagens longa vida da América Latina. Juntas, as empresas fazem o reaproveitamento de produtos, materiais e componentes que são considerados lixo ou descarte. “O Brasil produz 82,5 milhões de toneladas de lixo todos os anos, reciclando apenas 3%. A Política Nacional de Resíduos Sólidos estabelece que as indústrias devem reciclar 22% das embalagens que produzem e é aí que nós entramos. Mais do que resolver esse passivo, processando resíduos de papéis e embalagens, nós transformamos em novos produtos e damos uma nova vida a essa matéria-prima. Isso é economia circular de verdade”, explica Leonardo Reis.

O slip sheet, por exemplo, que substitui o uso de paletes de madeira no transporte de cargas, é obtido através da acoplagem de papelcartão de fibra longa, que é rejeito industrial por não atender a determinadas especificações de produção, mas tem condições de ser transformado em slip sheet. De acordo com a empresa, além de ser um produto de economia circular, em comparação ao palete de madeira ou de plástico, o slip sheet é mais ecológico e totalmente reciclável, elimina a necessidade de logística reversa de paletes e gera 98% menos resíduos.

Outro exemplo de produto de economia circular é o kraftliner reciclado, que é produzido com celulose de fibra longa reciclada, obtida através da desagregação de embalagens longa vida e permite papéis reciclados de qualidade superior, sendo ainda uma alternativa sustentável para a produção de sacos, sacolas e caixas de papelão.

Com faturamento anual de R$ 300 milhões em 2023 e todas as melhorias realizadas principalmente nos últimos dois anos, a Forest Paper revela que está em andamento um ambicioso plano de modernização de seu parque fabril, com a aquisição de novas máquinas para produção de paletes e tubetes. Isso vai permitir um importante aumento de produtividade com redução de custos, ampliando sua capacidade instalada em 25%. “O investimento no desenvolvimento é superior a R$ 2 milhões com uma visão de futuro da necessidade projetada para os próximos 15 anos”, avalia o diretor da Forest Paper.


Mais informações:

Forest Paper
www.forestpaper.com.br

Revita Ambiental
www.revita.ind.br

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